sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Carta de Amor

Eu gosto de uma pessoa, eu estou todos os dias com ela.
Ela também gosta muito de mim.Ela é maior doque eu, tem cabelo castanho claro, usa óculos pretos. Toda a gente sabe quem é a minha mãe.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

As casas mirraram


 

 

Quando entrai, quase não conseguia passar na porta. A casa mirrou.   
Tudo lá encolheu e eu não conseguia passar pela porta, tive de ir a gatinhar até à janela e consegui.


Quando eu cheguei lá fora as pessoas estavam aflitas por não ter casa. Eu perguntei ao meu vizinho:
-O que está a acontecer?
-Não sei mas é muito estranho!
-Sim, é muito estranho, porque as pessoas estavam todas assustadas!
- Até amanhã!
No dia seguinte ficou todo bem e as pessoas puderam voltar as suas casas.
Eu voltei á escola, mas, ficou tudo bem era o que importava.
Eu e os meus amigos voltamos a andar de skate outra vez, que bom.



 

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Bilhete Postal


                                               Portugal dia 25 de Outubro  

Caríssimo Miguel

         Sim eu recebi, mas quando é que a malta aparece para mandar uma skatada nos Picas.  

                                                                               David Carneiro

                                                                   David Carneiro
               Miguel Gingado                                                                                   David Carneiro






Índice

A. Criativos em prosa da minha autoria

O mundo ao contrário

Bilhete postal

A camisola amarela

As casas Mirraram

B. Poemas da minha autoria
O cão de caça

domingo, 14 de outubro de 2012

A camisola amarela




Hoje quando acordei reparei que tinha a camisola rasgada. No fim da manha fui a uma feira, mas estava muita gente e não havia espaço para as pessoas passarem.
                Passado uma hora reparei que estava uma barraca vazia, e eu não queria perder uma oportunidade daquelas. Chegai perto da barraca, estavam dois meninos a brincar com dois carros. Eu pedi para chamarem os seus pais.
                -Desculpe, o senhor tem camisolas amarelas?
                -Sim! Da melhor qualidade que há!
                -Pede-me amostrar algumas?
                -Sim é um prazer!
                E eu lá escolhi uma camisola amarela e o senhor ofereceu-me outra camisola. O senhor muito feliz por ter vendido um blusão a uma criança como eu, perguntou.
                -Desculpe-la mas quer levar esta camisola de marca que eu lhe ofereço?
                -Sim, obrigado.
                -Até à próxima.
                Fui para a escola e toda a gente me perguntava:
                -Onde comparte essa camisola amarela?
                -Comprei na feira, o senhor foi muito simpático comigo e ofereceu-me mais duas de borla por eu ter sido muito simpático!
                -Que bom também vou lá comprar uma para mim!
                -Não sei mas acho que era a ultima que lá avia.
                -Ó esta bem!
                E toda as pessoas queriam uma camisola igual a minha.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

O mundo ao contrário



 
Ontem quando acabei de tomar o meu pequeno-almoço, reparei que estava tudo ao contrário.
As pessoas andavam de cabeça para baixo, os carros voavam, os aviões andavam como um carro normal.
Os cães em vez de ladrar miavam e as casas estavam ao contrário.
Quando fui para a escola os professores escreviam tudo ao contrário, não se precebia nada do que eles escreviam.
As horas contadas ao contrário, como se os ponteiros andassem opostos. Parecia que estavam recuados no tempo, mas ao mesmo tempo parecia que estavamos no futuro.
Quando voltei para casa os meus pais disseram para eu ir dormir. Na manhã seguinte percebi que tudo não passava de um sonho.